africana

Direção Descendente

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  1. A EDUCAÇÃO DE UMA CRIANÇA SOB O PROTETORADO BRITÂNICO - Ensaios - Chinua Achebe
    R$35,00
    6x de R$5,83

    Em 1958, aos 28 anos, Chinua Achebe publicou seu primeiro e mais importante romance, O mundo se despedaça. Marco inicial da literatura moderna de seu país, o livro foi traduzido para mais de quarenta idiomas e vendeu milhões de exemplares em todo o mundo. Impulsionado pelo êxito internacional, Achebe publicou poemas, contos e crítica. 
    Esta coletânea da vertente ensaística de sua longa carreira reúne textos apresentados em palestras, conferências e homenagens a outros escritores.
    Achebe passa em revista momentos decisivos de sua relação com a criação ficcional, a política e a cultura. Ele também discute livros de escritores ocidentais estreitamente ligados aos temas do colonialismo e da diáspora africana: Joseph Conrad, Richard Wright, James Baldwin, entre outros. A crítica do colonialismo europeu e a análise de suas catastróficas consequências perpassam todos os ensaios reunidos, sem contudo impregná-los de pessimismo. Ao contrário, o humanismo incondicional de Achebe aponta possíveis caminhos para a superação dos eternos problemas do continente africano.

    Cia. das Letras - 184 pág, - brochura

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  2. A VARANDA DO FRANGIPANI - Mia Couto
    R$37,50
    6x de R$6,25

    Depois da Independência de Portugal, em 1975, Moçambique enfrentou quase duas décadas de conflitos. O período foi marcado pela oposição entre os antigos guerrilheiros anticolonialistas da Frelimo (que tomaram o poder e tentaram implantar o socialismo no país) e o grupo de orientação conservadora Renamo (alinhado a Rodésia e África do Sul). A história de A varanda do frangipani se passa vinte anos após a Independência, depois dos acordos de paz de 1992.

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  3. A PAZ DURA POUCO - Chinua Achebe
    R$38,00
    6x de R$6,33

    A paz dura pouco, do celebrado escritor africano Chinua Achebe, começa com o julgamento de Obi Okonkwo, acusado de aceitar uma propina de valor irrisório. Em seguida, o romance conta a escalada de eventos dramáticos e inescapáveis que levaram Obi ao tribunal.
    Nascido em uma pequena aldeia de etnia ibo, ele consegue uma bolsa para completar a sua formação na Inglaterra. Chegando a Londres, desiste do curso de direito para se dedicar ao estudo da língua inglesa. Lá, conhece a bela Clara. De início, Clara rejeita Obi, mas os dois se reencontram no navio de regresso à Nigéria e dão início a um relacionamento apaixonado e tumultuoso. A certa altura, Clara revela um segredo que proíbe o casamento entre eles: ela é umaosu, herdeira de uma família de párias, proscritos da sociedade nigeriana.
    Além dos problemas no relacionamento, Obi enfrenta dificuldades financeiras. Empregado pelo governo, Obi se dedica com afinco ao trabalho, mas afundado em dívidas passa a aceitar subornos. Certo dia, cai em uma armadilha que o levará ao tribunal e à condenação.
    A paz dura pouco é um romance sobre os conflitos entre o idealismo e o poder sedutor do dinheiro, entre o desejo de emancipação do indivíduo e as exigências dos costumes ancestrais. 
    Embora trate de temas universais, como o choque de civilizações e a submissão dos filhos aos preceitos e convicções dos pais, este romance é também uma expressão eloquente do refinamento artístico de um autor empenhado em narrar a história a partir de um ponto de vista africano.

    Cia. das Letras - 200 pág. - brochura

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  4. QUANTAS MADRUGADAS TEM A NOITE - Ondjaki
    R$39,90
    6x de R$6,65

    Em 'Quantas madrugadas tem a noite', o jovem escritor angolano Ondjaki conta várias histórias em uma, que são relatadas ao estilo da linguagem angolana - alegre e rica em imagens. O protagonista é um morto - AdolfoDido - que acaba por ser preso pela kabomba (polícia) e é disputado por duas viúvas ditas legítimas. Fala-se, ainda, da criação de um sindicato muito especial, o SNP. À medida que apresenta seu elenco de personagens peculiares, Ondjaki deixa transparecer suas reflexões sobre os tugas (portugueses), racismo e mesmo Jesus Cristo.

    Ed. Leya - 200 pág. - brochura

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  5. VOZES ANOITECIDAS - Mia Couto
    R$42,90
    6x de R$7,15

    Publicado pela primeira vez em 1986, Vozes anoitecidas projetou o escritor moçambicano Mia Couto para o mundo. Conhecido até então por seu trabalho como jornalista e poeta, o autor - hoje tido como um dos mais influentes escritores da língua portuguesa - lançou aqui as bases daquela que viria a ser uma das principais características de sua obra ficcional: a reconstrução de laços entre registro oral e escrito.
    Em doze pequenos contos, um rol de personagens esfarrapados e alheios ao palco principal dos acontecimentos narra, de seu ponto de vista marginal, histórias que flertam com o mágico e com o absurdo sem, no entanto, desviarem-se completamente do plano factual.
    Em “As baleias de Quissico”, Jossias aguarda a chegada de um animal marinho de cuja boca, acredita, brotará “amendoim, carne, azeite de oliva e bacalhau”. Mas como saber se o animal existe, se ele jamais viu uma baleia? O enorme monstro que aporta sem ser visto pode ser tanto o misterioso “peixe grande” como um submarino carregado de armamentos ilegais. Jossias prefere acreditar no sonho e, como ele, outros personagens de Vozes anoitecidas encontram mais razão na fantasia que na lógica da guerra e da privação.
    Ao promover uma espécie de vertigem, sob efeito da qual não se pode afirmar se uma narrativa é absurda ou se absurda é a realidade de que ela trata, o autor apresenta a perplexidade como ponto de partida para o fazer literário.

    Companhia das Letras - 150 pág. - brochura

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  6. O FIO DAS MISSANGAS - Contos - Mia Couto
    R$42,90
    6x de R$7,15

    "A missanga, todos a veem. Ninguém nota o fio que, em colar vistoso, vai compondo as missangas. Também assim é a voz do poeta: um fio de silêncio costurando o tempo."

    "A vida é um colar. Eu dou o fio, as mulheres dão as missangas. São sempre tantas as missangas." É assim que o donjuanesco personagem do conto "O fio e as missangas" define a sua existência. Fazendo jus a essa delicada metáfora, cada uma das 29 histórias aqui agrupadas alia sua carga poética singular à forma abrangente do livro como um todo - vale dizer, ao colar em questão. Com um texto de intensidade ficcional e condensação formal raras na literatura contemporânea, Mia Couto demora-se em lirismos que a sua maestria de ourives da língua consegue extrair de uma escrita simples, calcada em grande parte na fala do homem da sua terra, Moçambique, um pouco à maneira de Guimarães Rosa, ídolo confesso do autor. 
    A brevidade das pequenas tramas e sua aparente desimportância épica estão focadas na contemplação de situações, de personagens, ou simples estados de espírito plenos de significados implícitos, procedimento típico da poesia. Os neologismos do autor, a que os leitores já se habituaram, para além de mera experimentação formalista revelam-se chaves fundamentais de interpretação da leitura.
    Não por acaso, a maioria dos contos de O fio das missangas adentram com fina sensibilidade o universo feminino, dando voz e tessitura a almas condenadas à não-existência, ao esquecimento. Como objetos descartados, uma vez esgotado seu valor de uso, as mulheres são aqui equiparadas ora a uma saia velha, ora a um cesto de comida, ora, justamente, a um fio de missangas. "Agora, estou sentada olhando a saia rodada, a saia amarfanhosa, almarrotada. E parece que me sento sobre a minha própria vida", diz a narradora de uma dessas belíssimas "missangas" literárias.

    Ed. Cia. das Letras - 152 pág. - brochura

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  7. O BOM MÉDICO - Damon Galgut
    R$43,00
    6x de R$7,17

    Em um hospital no coração rural da África do Sul pós-apartheid, o resignado dr. Frank Eloff vive à espera de uma promoção que nunca chega. Em meio à falta de recursos e de funcionários, Eloff vê com desconfiança a chegada do jovem e idealista Laurence Waters, médico voluntário em um programa do novo governo. Os dois terão de conviver num mesmo quarto. As ambigüidades de seu relacionamento serão acentuadas pelo retorno à região de figuras do passado, como um pequeno ditador que vivera seu auge no regime de segregação e um nefasto oficial do Exército. Ambientado em um bantustão, O bom médico combina investigação psicológica, suspense e crítica social para explorar os desdobramentos da nova realidade política da África do Sul.

    "Damon Galgut escreveu um romance admirável, letal e perturbador." The Guardian

    Cia. das Letras - 264 pág. - brochura

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  8. A SUL, O SOMBREIRO - Pepetela
    R$44,90
    6x de R$7,48

    Este livro busca retratar a história de Manuel Cerveira Pereira, governador de Angola de 1615 a 1617, conduzindo o leitor a Angola dos séculos XVI e XVII, enquanto Portugal vivia sob domínio filipino. O livro aborda um período que, segundo o autor, é pouco conhecido da história de Angola, sobretudo a parte relativa à fundação da cidade de Benguel. Ele ressalta que a ideia desses promotores da fundação da cidade de Benguela, que conjecturavam a existência de cobre na região, tinha a ver com a criação de uma colônia que viesse ocupar todo o Sul de África. O autor disse que tal propósito acabou com o fracasso do conquistador português Manuel Cerveira Pereira, pois não conseguiu encontrar o cobre que sustentava a sua ideia de fundar a cidade de Benguela. De acordo com Pepetela, o conquistador português aproveitou, entretanto, o fato de ter encontrado escravos em Benguela e fez muito comércio para o Brasil, frisando que mais tarde houve a anexação de Benguela à Colônia de Angola. Pepetela também propõe uma discussão sobre as razões fundamentais da criação da cidade de Benguela, além da identidade nacional.

    Ed. Leya - 368 pág. - brochura

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  9. O TÍMIDO E AS MULHERES - Pepetela
    R$44,90
    6x de R$7,48

    Luanda nos dias de hoje. Acompanhamos Heitor, um escritor em início de carreira, o tímido. Ouvimos a quente voz de Marisa, responsável por um programa de rádio de grande audiência, que a todos encanta e seduz. Conhecemos Lucrécio, seu marido, uma mente brilhante aprisionada numa cadeira de rodas. É este o trio que une as diversas histórias e personagens deste romance. Além dele, encontramos ainda os amigos de Heitor, o Senhor do Dia 13 e os habitantes da periferia de Luanda- a grande família de Dona Luzitu e, em especial, a bela Orquídea, outra das poderosas mulheres que habitam este livro. Todos eles nos conduzem por uma cidade que fervilha e cresce a um ritmo alucinante, onde os homens se apaixonam, sonham e se desesperam, procuram novos caminhos, novas formas de vida e novas soluções. Com a sua habitual maestria, Pepetela volta a surpreender com este romance, desenhando uma paisagem imparcial e objetiva da atual sociedade angolana, fruto de muitas mutações culturais e políticas derivadas da sua história recente.

    Ed. Leya - 304 pág. - brochura

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  10. A FLECHA DE DEUS - Chinua Achebe
    R$46,00
    6x de R$7,67

    A aldeia de Umuaro, no interior da Nigéria, é regida pelo sumo sacerdote Ezeulu. Mas nem todos os habitantes da aldeia o apoiam, o que resulta em brigas internas, além dos conflitos com aldeias vizinhas. Um dos filhos de Ezeulu, Oduche, é enviado pelo pai para a igreja do homem branco, a fim de conhecer sua religião e proteger a aldeia dos perigos que ela pode trazer. Mas há controvérsias quanto ao envio de um filho ao inimigo. Ezeulu se vê numa espécie de beco sem saída, tendo de tomar decisões que, por mais bem intencionadas, podem resultar em desastre para o seu povo.
    Enquanto isso, na cidade de Okperi, os colonizadores ingleses preocupam-se em construir estradas e entender como lidar com os colonos da aldeia. É preciso compreender sua língua, adaptar-se ao terrível calor e enfrentar as doenças da região. O capitão Winterbottom e alguns outros poucos colegas ocidentais são responsáveis por essa missão, e sabem que podem cair em feitiços dos sacerdotes e curandeiros da aldeia.
    É nessa alternância entre a visão inglesa dos colonizadores e a visão interna da aldeia que se constrói o drama de A flecha de Deus. Conhecendo o lugar dos ingleses e também o dos nativos, passamos a ter uma visão muito mais rica e nada maniqueísta do cenário, feito de enormes conflitos e dilemas morais entre o homem branco e o africano.

    Cia. das Letras - 344 pág. - brochura

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